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Mostrando postagens de junho, 2012

O milagre dos peixes e dos pães realmente existiu?

Por Amilcar Del Chiaro Filho Ao conversar com alguns amigos espíritas, entristecemo-nos pelo modo com que observam os Evangelhos, aceitando-os de capa a capa, ou como está escrito, sacralizando os conceitos ali emitidos, como se os evangelistas não tivessem sido anotadores dos acontecimentos, e terem escrito muitos anos depois da desencarnação do Mestre Galileu. Para nós, essas pessoas estão abdicando do direito de questionar, argüir, e procurar explicações mais aceitáveis para alguns acontecimentos. Vamos exemplificar com uma passagem que nos veio à mente; a da multiplicação dos pães e peixinhos. Teria essa passagem ocorrido, realmente? Se ocorreu não teria sido aumentada ao passar pela tradição oral de boca a ouvido durante três décadas, até ser escrito o primeiro Evangelho? Hoje, com o conhecimento espírita, sabemos que pode ter acontecido realmente, mas nunca através de milagre, pois as leis divinas não são derrogadas. Vamos examinar sob a nossa ótica, o que poderia ter...

A Responsabilidade de Maomet

Antes da fundação do Papado, em 607, as forças espirituais se viram compelidas a um grande esforço no combate contra as sombras que ameaçavam todas as consciências.  Muitos emissários do Alto tomam corpo entre as falanges católicas no intuito de regenerar os costumes da Igreja.  Embalde, porém, tentam operar o retorno de Roma aos braços do Cristo, conseguindo apenas desenvolver o máximo de seus esforços no penoso trabalho de arquivar experiências para as gerações vindouras. Numerosos Espíritos  reencarnam  com as mais altas delegações do plano invisível.   Entre esses missionários, veio aquele que se chamou  Maomet , ao nascer em Meca no ano 570.  Filho da tribo dos Coraixitas, sua missão era reunir todas as tribos árabes sob a luz dos ensinos cristãos, de modo a organizar-se na Ásia um movimento forte de restauração do Evangelho do Cristo, em oposição aos abusos romanos, nos ambientes da Europa.   Maomet, contudo, pobr...

Não te detenhas

A calúnia afetou o teu comportamento, desanimando-te, porque lhe deste ouvido. A maledicência causou-te danos porque lhe permitiste consideração. A perturbação alcançou os teus ideais, porque fizeste uma pausa para conceder-lhe cidadania. O ódio te macerou, porque o agasalhaste no amor-próprio ferido. A disputa desgostou-te o trabalho, porque te permitiste engalfinhar na peleja imprópria. A dúvida se estabeleceu em teus painéis mentais, porque paraste na ação, perdendo tempo de alto valor. Os acusadores estão sempre em faixa inferior de vibração. Concedeste-lhes atenção demasiada, esperando que a opinião geral fosse a teu favor e descuraste de auscultar a opinião de Deus. Se trabalhas no bem e te acusam; se és generoso e te denominam estroina; se és humilde e te chamam parvo; se és disciplinado e te apontam como rigoroso; se és cumpridor dos deveres e te execram por isso; se insistes na prece e na ação evangélica, e te menosprezam, esta é a opinião dos ociosos...