Quando falamos de sensores de neurociência no futebol (como os utilizados pelo Liverpool com a neuro11 ou pelo Santos e Palmeiras), não estamos a falar de ficção científica, mas de biofeedback em tempo real. Eis o passo a passo de como funciona uma sessão típica de treino cerebral para um jogador de elite: O jogador coloca uma touca ou sensores individuais de EEG (Eletroencefalograma). Estes sensores são não invasivos e extremamente leves para não atrapalhar o movimento. Estes medem ondas cerebrais (Alfa, Beta, Teta e Gama). O objetivo é identificar em que estado mental o jogador se encontra antes de bater uma falta ou um penálti. Cada jogador tem uma "assinatura" de sucesso. Os cientistas analisam os dados de quando o jogador acerta um remate perfeito. Descobrem, por exemplo, que um atleta atinge um pico de ondas Alfa (relaxamento alerta) frações de segundo antes do contacto com a bola. No Treino de Biofeedback (A Sessão em si), o jogador vai para o campo ou para um si...
A UFPE e a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) celebram o anúncio da recomposição orçamentária de R$ 488 milhões para as universidades federais, realizado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em agenda conjunta com a Andifes, o Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). Ao todo, serão mais de R$ 900 milhões para custeio, obras e bolsas de estudo, que haviam sido cortados na aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2026, pelo Congresso Nacional: R$ 488 milhões de custeio nas universidades, R$ 218 milhões de obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e R$ 230 milhões na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O reitor da UFPE, Alfredo Gomes, comemorou a recomposição orçamentária das universidades, destacando que o governo federal sinaliza que a educação tem que ser...