A Síndrome de Down não é uma doença, mas uma espécie de acidente genético que ocorre na gestação, provocando alterações no organismo, tais como: face larga, pálpebras oblíquas, mãos pequenas, dedos curtos, baixa estrutura e atraso mental. Até bem pouco tempo, quem nascia com a síndrome era obrigado a viver em reclusão, pois para os pais essa era a melhor forma de preservar o filho já que ele seria um ser frágil e pouco capaz de conduzir sua própria vida. Hoje, no entanto, a história é bem diferente, como mostrou a reportagem “Cada vez menos Down”, das jornalistas Greice Rodrigues e Lena Castellón, para a revista “Isto É”, de 26 de julho. “Quanto mais inseridos na sociedade melhor. Há maiores chances de a pessoa se desenvolver” – explicou à “Isto É” a médica geneticista Silvia Longhitano, que coordena o ambulatório da Assoçiação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), onde são oferecidos aos portadores da Síndrome de Down diversos serviços, como fisioterapia, fonoaudiologia, m...
Filósofo com Especialização em Neurociências e Física da Consciência. Professor de Filosofia, Projeto de Vida e Sociologia no Colégio Souza Leão. Narrador e Plantão Esportivo da Rádio Jornal. Recife-PE.