A sociedade vive momentos críticos não só em nível nacional, mas também mundial. Ao olharmos para os mais diversos países deparamo-nos com o caos à beira de sua institucionalização. Ao mesmo tempo em que novos tempos vêm refrescar a face de muitos, outros tantos são obrigados a sobreviver sob o estigma do medo e da insegurança. Contradições de um mundo em crise. E, partindo do geral para o particular, deparamo-nos com o ser humano, permitam-me a expressão “crisificado”. Um ser humano acrisolado que se perde em si, para si e, consequentemente, perde-se para os outros. Contudo, a crise significa oportunidade de um novo começo, de uma reconstrução. A crise traz em si, propostas que necessitam de respostas. Penso que a resposta é dada a partir de um novo ângulo, ou ainda melhor, por um novo agente social e de poder transformador. Refiro-me aos mais fragilizados e que vivem nas periferias como se fossem sobrantes. Pessoas que foram destituídas das qualidades e dos valores inerentes ao...
Filósofo com Especialização em Neurociências e Física da Consciência. Professor de Filosofia, Projeto de Vida e Sociologia no Colégio Souza Leão. Narrador e Plantão Esportivo da Rádio Jornal. Recife-PE.