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Mostrando postagens de agosto, 2019

Texto fundamental de Aristóteles sobre lógica ganha nova edição bilíngue

Obra traz conceitos-chave na ontologia do filósofo, que também delimitam também o espaço da metafísica em sua concepção Incluir tudo o que existe – mesmo aquilo que não se tem ciência – em categorias, de modo a estudar esses elementos como conjunto, é premissa básica da filosofia de Aristóteles. A partir de  Categorias , texto que abre o  Órganon , ou o conjunto de escritos do filósofo sobe lógica, lançamento da Editora Unesp, Aristóteles fundamenta a filosofia que será a espinha dorsal do pensamento ocidental posterior. O leitor é brindado, ainda, com uma cuidadosa edição bilíngue espelhada direto do grego. “O texto de Aristóteles que traz esse nome e de que o público brasileiro encontra aqui, enfim, uma tradução confiável devida à pena precisa de José Veríssimo Teixeira da Mata, foi dos tratados do Mestre o que esteve mais continuamente presente em toda a história da filosofia”, escreve o filósofo Francis Wolff, especialmente para o prefácio desta edição. “É por sua l...

Escritora cearense de 16 anos lança segundo livro na Bienal do Rio

Best-seller cearense, Belle Leal, apresenta "Quando a Gente Acontece" e surpreende pela narrativa madura e provocadora sobre os conflitos reais de um relacionamento a dois “A verdade é que a vida não é uma história de ficção. A vida só acontece. De jeitos inesperados e estranhos. Algumas vezes, até mesmos ruins. Sem finais felizes […] Não sabia se valia a pena me machucar tanto por algo assim. Vale a pena arriscar ser infeliz para ter algo tão desejado em troca?”  A leitura de um testamento, mágoas antigas que ressurgem, novas dúvidas, sonhos almejados e a chama de uma paixão que nunca se apagou. Esses são os pontos de partida da história intrigante e arrebatadora contada em  Quando a Gente Acontece , escrita pela jovem cearense  Belle Leal , que será lançada nos dias 6 e 7 de setembro na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. Na trama publicada no Brasil pela  Editora   Coerência , Sophie, uma mulher de 26 anos, se sente (quase) satisfeita com t...

17º Festival Recifense de Literatura – A Letra e a Voz celebram a poesia popular

Evento toma conta do Recife Antigo, entre os próximos dias 30 de agosto e 1º de setembro, com oficinas, feira de livro, apresentações culturais e muitos debates. Programação promovida pela Prefeitura do Recife é toda gratuita A métrica, a estética e a poética dos saberes culturais ancestrais nordestinos serão celebradas, entre os próximos dias 30 de agosto e 1º de setembro, durante a 17ª edição do Festival Recifense de Literatura - A Letra e a Voz. Promovido pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, o Festival levará oficinas, discussões, mesa de glosas, apresentações culturais e feira de livros para a Avenida Rio Branco, numa programação gratuita e aberta ao público, dedicada à salvaguarda da arte de tradição oral e popular do Nordeste. “Nas Veredas da Poesia Popular” é o tema do Festival, que convida a um percurso literário pelas entranhas da alma e da sensibilidade de um povo. Na sexta, a partir das 18h, a prog...

O adestrador de borboletas e a pastora das nuvens - Xico Bizerra

Xico Bizerra Ele adestra borboletas, cantando alto a Poesia que ela faz acariciando sonhos e pastorando nuvens. Moram a pequena distância, ele dela, mas não se conhecem. Ela sequer desconfia que o adestrador, no exercício de seu ofício, canta seus poemas. Ele, por sua vez, não imagina que seu canto deriva da poesia que ela escreve. Nunca se viram, nunca se encontraram. Os devaneios comuns aos dois, ao contrário, vivem de mãos agarradas a passear pelo infinito do bem pensar. Estão por se encontrar. Poesia e canto não sabem viver um longe do outro. Um belo dia, tenha certeza, o som invadirá o íntimo da Poetisa que sentirá, no fundo da alma, que suas rimas se transformaram em canção, que seus versos hoje são melodia, que seus corpos foram feitos um para o outro. E aí, sonetos suavizarão seus corações, cantigas bonitas embalarão suas vidas e cantilenas perenes se espalharão pela escola do adestrador, pelos caminhos e veredas das nuvens da Poetisa. Não tenho dúvidas. Amanhã, talvez, a...

Exposição “História e Humor” reúne obras do cartunista Thiago Lucas na Biblioteca da Unicap

Quem passa pela Biblioteca da Católica não pode deixar de conferir a exposição História e Humor, do cartunista e historiador Thiago Lucas. A mostra reúne 31 trabalhos com charges e caricaturas que estabelecem um diálogo crítico e bem humorado com a sociedade. Ele é ex-aluno da 6ª turma da especialização em História do Nordeste da Católica. O trabalho de conclusão de curso (TCC) foi uma análise crítica da chamada Indústria da Seca a partir de charges. “Estou celebrando 10 anos como chargista profissional e minha monografia na especialização abordou a questão da seca, daí a motivação para montar a exposição. É uma forma de celebrar esses dois momentos. ” O cartunista vê a charge como um recorte do momento histórico. “A charge é um desenho de humor que promove uma reflexão sobre política, economia, questões culturais da atualidade. Vários trabalhos acadêmicos são pautados pelo uso da charge. Você percebe que está contribuindo de alguma forma com o processo histórico, com pesquisas. E...
POR UMA ÚNICA PALAVRA *Eriberto Henrique Comecei a escrever na infância por brincadeira, ai fui crescendo e tomando gosto pela coisa. Logo me tornei um leitor compulsivo, pegando livro emprestado e lendo 2 ou 3 por semana. A leitura a observação das coisas em minha volta, me fizeram escrever ainda mais, acho que para colocar para fora tudo que sentia. Eu sou um cara triste por natureza! Sempre fui sensível, sem habilidades motoras, um desastre em jogos eletrônicos, o cara que sentava no canto da sala, que entendia até mais do que o professor falava, mas preferia se resguardar, pois quando se expor, trazia consequências nada agradáveis. Sofri por isso! Por ser um nerd que gostava de livros e desenhos animados, por ser negro, por ser pobre, por ser feio, e por não ser aceito como era nem dentro da minha própria casa, eu era uma aberração confesso. Falava rebuscado, gostava de poemas, peteava o cabelo crespo de lado, e vestia camisa ensacada e lia livros de filosofia de 14 anos de i...

A Significância de ser imbecil - Xico Bizerra

Xico Bizerra Sou muito sensível a elogios. Adoro quando me chamam de imbecil. Tanto quanto Manoel de Barros. A diferença é que não tenho o talento dele. Mas quando comentam as insignificâncias que escrevo, principalmente quando delas discordam, me acho realizado. É indicativo de que alguém leu e o que está lá escrito despertou o interesse de pelo menos uma pessoa, ainda que pensando diferente de mim. É o poder da palavra, guardada nos cofres da Poesia. É o nada e o tudo juntos com a magia do encantamento e o poder da sedução. Que seria de nós sem os JoõesCabrais, os Quintanas, os Vinícius e os Manoéis, os Barros e os Bandeiras? Adoro elogios.

Livro debate remakes de filmes de terror

Em A Aceleração do Medo, Filipe Falcão analisa os remakes de terror contemporâneos e suas características. Um dos temas mais polêmicos do cinema de terror contemporâneo responde pelos remakes, também conhecidos como refilmagens. Prova disso é perceber como as principais produções das décadas de 1970 e 1980 ganharam novas versões nos últimos anos. Piores do que os originais, inovadores, exagerados, atualizados e desnecessários são apenas algumas das formas como refilmagens de terror costumam ser recebidas tanto por fãs como também pela crítica. Para os produtores, refilmagens vão além destes pontos e significam um extenso e lucrativo mercado a ser explorado. Atento a este fenômeno, o jornalista e professor universitário Filipe Falcão lança, no domingo, dia 04 de agosto, o livro A Aceleração do Medo – O Fluxo Narrativo dos Remakes de Filmes de Horror do Século XXI. O lançamento acontece no Café Vicalli, na rua Maria Carolina, em Boa Viagem, das 17h às 20h. Fr...