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Olivier Besancenot e Michael Löwy mostram como as conquistas dos trabalhadores estão sendo ameaçadas

 


Enquanto países como Islândia e Suécia realizam experimentos bem-sucedidos para reduzir a jornada de trabalho de cinco para quatro dias em busca de mais qualidade de vida e aproveitamento do tempo, na contramão, outros países, como o Brasil, aprovam modelos que precarizam ainda mais as relações e trabalho, expondo trabalhadores a condições incompatíveis com o que se preconiza para o século XXI. 

E esse tema não é novo: as conquistas obtidas com as lutas operárias ao longo do século XX, como a jornada de oito horas, agora, correm cada vez mais risco. O diagnóstico dá luz ao trabalho de Olivier Besancenot e Michael Löwy A jornada de trabalho e o “reino da liberdade”, lançamento da Editora Unesp.


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