NA TRIBUNA Palestrar com naturalidade, governando as próprias emoções, sem azedume, sem nervosismo e sem momices, fugindo de prelecionar mais que o tempo indicado no horário previsto. A palavra revela o equilíbrio. Calar qualquer propósito de destaque, silenciando exibições de conhecimentos, e ajustar-se à Inspiração Superior, comentando as lições sem fugir ao assunto em pauta, usando simplicidade e precatando-se contra a formação da dúvida nos ouvintes. Cada pregação deve harmonizar-se com o entendimento do auditório. Respeitando pessoas e instituições nos comentários e nas referências, nunca estabelecer paralelos ou confrontos suscetíveis de humilhar ou ferir. Verbo sem disciplina gera males sem conta. Sustentar a dignidade espírita diante das assembléias, abstendo-se de historietas impróprias ou anedotas reprováveis. O orador é responsável pelas imagens mentais que plasme nas mentes que o ouvem. Nas conversações, não se reportar abusiva e intempestivamente...
Narrador e Plantão Esportivo da Rádio Jornal. Recife-PE. Filósofo com Especialização em Neurociências e Física da Consciência. Professor de Filosofia, Projeto de Vida e Sociologia.